O ofício de escrever histórias tem algo a ver com a magia
domingo, 14 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Pele, Cama e Reviver
Quero beijar teu solo,
Daquela terra molhada,
Assaltante de amores,
Tresloucando-me em cores.
Colorizando o cheiro do calor de teu colo,
Com o pecado incerto de uma psicodelia inalada,
Anestesia da alma com sorriso de flores,
Me segue, me vive, me transborda onde fores.
Encontrar tuas dores, dar-lhe meu consolo,
Embebecido de uma realidade instigada,
Sedução de calores em um duelo de sabores,
Felicidade ao amor e à vida dos senhores!
Douglas Ibanez
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Descobridor de Fases
Forasteiro de mim.
Eu. Eu mesmo. Você.
Enxergo o horizonte, radiante como si só.
Me embrulho em presente, desata este nó.
Sim e Não. Talvez um talvez!
Mas e o nó?
Aqui.
Amanhã? Deixe dizer...
Eu. Eu mesmo. Você.
Enxergo o horizonte, radiante como si só.
Me embrulho em presente, desata este nó.
Sim e Não. Talvez um talvez!
Mas e o nó?
Aqui.
Amanhã? Deixe dizer...
Douglas Ibanez
12.06.2013 - 12h45
Feliz Dia dos Namorados!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Aquarela
It hurts to be Purple
O vermelho, de tanto apanhar do azul, brotou roxo.
O calor se misturou à frieza, gelo que tingiu o sangue de um degustável púrpura sabor uva que lambia os extremos lábios dos radicais térmicos.
But I'll never be the Blue
À hipotermia não hei de me render, peço socorro ao interno fogo de sorriso ardente. Me queime como uma chama inocente de manhã nua e permita-me caminhar entre a escuridão e o clarear de meu rubro.
Sorry, but I'm Red
domingo, 21 de abril de 2013
Figura de Linguagem
Num mundo em que se caminha entre a simpatia do latente eufemismo às chamativas hipérboles de explosão crônica, é perigoso viver a vida no metafórico equilíbrio cotidiano. Figuras lhe sussurram aos ouvidos palavras de tentação, linguagem perdida ao eco de uma cacofonia mal dita. Socorro, grita o paradoxo que um dia prestou ajuda, chora-te na alegria do viver o hoje, enquanto sorri observando a ironia do sofrimento certo, aquele que chegará, passará e um dia te lembrará da antítese infiltrada nas artérias semânticas de nossa vida.
domingo, 17 de março de 2013
Inomináveis
Às vezes tenho sentimentos,
Estranhos por natureza, confesso,
Que me fazem questionar se deveriam realmente existir,
Duvidando não somente de sua certeza
Mas também de suas reais intenções.
Eles são inomináveis,
Inexistentes em sua veracidade,
Incognitivos de uma mesma equação.
Que se equaliza no mesmo vago oportuno,
De uma história sem fim.
Douglas Ibanez
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