
Fantasmas não apenas de um passado presente, mas também de um cotidiano o qual as vezes eu não consigo fugir. Escuto em meus olhos as risadas cortantes de palhaços amedrontadores. O circo armado. A sombra de uma plateia aplaudindo a triste desordem daquilo encolhido no medo do escuro. É tempo de parar. Domine. Mas as risadas ainda ecoam. Pois por menos maquiados que os palhaços estejam, as vezes, eles ainda reaparecem para lhe sorrir sorrateiro um mundo estranho que faz parte de mim.
Douglas Ibanez
2 comentários:
Douglas que texto bárbaro! Dá para se ter várias interpretações. Amei!
Bjs
O mundo todo nas gavetas do estômago...
As vezes parar é a melhor maneira de seguir em frente.
Ótimo texto!
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