quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Choro


Rego a planta que nasce podre, 
de raízes incertas e difundidas.  

 Grito o plano que me acerta em cheio, 
sem paciência para hematomas. 

 Vejo o lustre que se apaga ilustre, 
repleto de ideias que se foram sem ir. 

 Conto uma história nascida torta, 
que me tampa as visões de uma verdade vivida.


Douglas Ibanez
(26.10.2015 - 1h07)


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